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Proposta curricular inclusiva do NDI
A perspectiva da inclusão escolar no Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), é parte integrante de uma proposta curricular comprometida com os princípios éticos, políticos e sociais que fundamentam uma educação voltada à equidade e à valorização da diversidade. A partir da incorporação de temas como gênero, sexualidade, relações étnico-raciais, deficiência, altas habilidades/superdotação e desigualdades sociais, defende-se uma concepção de sujeito pautada nas relações histórico-culturais, em oposição às lógicas biologizantes e deterministas que naturalizam as diferenças.
A inclusão, no contexto do NDI, não é tratada como um projeto paralelo ou restrito às crianças com deficiência, mas como um princípio que perpassa todas as ações pedagógicas, organizacionais e formativas da instituição. Assume-se, assim, a necessidade de práticas educativas que dialoguem criticamente com os marcadores sociais da diferença, rompendo com visões reducionistas e promovendo experiências significativas de convivência, respeito mútuo e ampliação de repertórios culturais entre as crianças. A formação continuada dos profissionais é ressaltada como elemento central para o enfrentamento de relações excludentes e para a construção de uma escola verdadeiramente democrática.
Por fim, a proposta é pautada na discussão sobre inclusão no debate mais amplo das contradições do sistema educacional em uma sociedade capitalista, destacando que a escola não pode ser pensada de maneira isolada dos determinantes sociais que produzem desigualdades. A partir desse entendimento, reafirma-se o compromisso do NDI com uma proposta curricular que reconhece a inclusão como fundamento inegociável, vinculado à defesa dos direitos humanos e à busca por uma educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada, para todas as crianças.
Para saber mais, acesse a Proposta Curricular do NDI: https://ndi.ufsc.br/files/2015/04/Proposta-Crricular-do-NDI.pd
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Projeto de Extensão Educação Inclusiva
Educação inclusiva: saberes e práticas para promoção da equidade e acessibilidade na educação infantil
Coordenadora: Kátia de Moura Graça Paixão
O Projeto de extensão tem como objetivo principal disseminar e promover a cultura inclusiva, ao desenvolver ações didático-pedagógicas e formativas baseadas na diferença e diversidade como características intrínsecas da constituição humana. As ações do projeto têm como principais eixos:
I – Disseminação e promoção da cultura inclusiva e o desenvolvimento da educação para as relações étnico-raciais a partir da realização de contação de histórias, rodas de música, Sábado letivo inclusivo, elaboração de materiais e recursos didático-pedagógicos, acessibilidade em vídeos e mas divulgações institucionais, rodas de conversa com as famílias, entre outros;
II – Formação inicial e continuada de professores, estagiários e participantes do projeto: para as quais são previstos o planejamento e desenvolvimento de ações como seminários, palestras e oficinas, participação em eventos e divulgação das ações e conhecimentos produzidos, implantação e alimentação do site do projeto, visitas e parceria com instituições, laboratórios, cursos, órgãos da universidade, dentre outros.
Palavras-chave: Inclusão; Educação Infantil; Diversidade; Identidade; Relações étnico-raciais; Gênero; Acessibilidade; Equidade.
Para saber mais, acesse o site do Projeto de Extensão: https://educacaoinclusivandi.paginas.ufsc.br/
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Eventos promovidos pela Educação Especial
[Início da descrição: Imagem de fundo azul e dourado. No canto esquerdo, o título diz “Eventos realizados em 2025”, seguido do texto “Em 2025, a equipe de Educação Especial do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), desenvolveu e colaborou com projetos de diversas naturezas, mas com propósitos em comum: disseminar e fortalecer a inclusão, valorizar a diversidade e o direito de todos à aprendizagem, convivência e participação. Ao lado direito superior, uma imagem de quatro pessoas segurando uma maquete do mapa tátil do NDI, com a legenda “Parceria com LABTATE – Confecção de maquete tátil do NDI 19.09;2025”. Na parte inferior, uma imagem de três pessoas tocando na maquete tátil, com a legenda “II Sábado Inclusivo 20.09.2025”]
[Início da descrição: Imagem de fundo azul com bordas douradas. O título no canto superior esquerdo diz: “Spectrum” em dourado. No canto esquerdo, imagens de uma sala escura, com crianças e adultos em volta. Há projeção de sombras de animais na parede. No canto direito, imagem de uma parede branca com personagens projetados como teatro de sombras. Há adultos e crianças interagindo com as sombras.]ESPETÁCULO SPECTRUM: Nos dias 06 e 07 de outubro de 2025, o NDI teve o prazer de receber a equipe do espetáculo Spectrum, uma obra criada por e para pessoas neurodivergentes, especialmente dentro do espectro da infância. A equipe preparou uma experiência cênica pensada a partir da exploração sensorial e acessibilidade, onde não há obrigações e nem um roteiro definido.
[Início da descrição: Imagem com fundo azul com bordas douradas. No canto superior esquerdo, o título diz em dourado “Sábado Letivo Inclusivo”. No centro, há três imagens, sendo a da esquerda com três pessoas tocando na maquete tátil do NDI, a do centro são crianças explorando objetos de texturas diferentes, e a da direita é uma pessoa explorando a textura e braille da maquete tátil do NDI. Fim da descrição]SÁBADO LETIVO INCLUSIVO: Promoveu momentos de encontros entre crianças, famílias e público externo para reafirmar o compromisso contínuo do NDI com a educação pública, gratuita, democrática, inclusiva e de qualidade. Neste sábado foram desenvolvidas diversas ações para integrar adultos e crianças, além de boas conversas e brincadeiras. Ao longo da manhã, as crianças e suas famílias puderam apreciar os potentes registros fotográficos da Édina Barbosa Farias, estudante indígena do povo Kanhgág e aprender sobre os significados dos grafismos indígenas, e ainda, criar fantásticas e diversas máscaras africanas inspiradas no livro “Senhor cem cabeças”. Na biblioteca do NDI, apreciaram a contação da história “O livro negro das cores” experimentando enxergar através de outros sentidos para além da visão. Para finalizar esta manhã especial, encantaram-se com a música potente do estudante indígena Tukumbó e o belo espetáculo “Bengalantes”, lindamente encenado pela Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC). Foram oferecidas oficinas de jogos acessíveis, de máscaras africanas e de história sensorial com o “Livro negro das cores”.
[Início da descrição: Imagem de fundo azul com bordas douradas. No canto superior esquerdo o título diz em dourado: “Rodas de Conversa”. No centro, há duas imagens, sendo a da esquerda um grupo de 10 pessoas, em frente à um palco, todas estão sorrindo e ao fundo uma tela de projetor, no auditório do NDI, com a palestrante da Roda de Conversa Karla Garcia Luiz. Na imagem da direita temos duas mulheres sentadas, sendo a mulher da esquerda, a pedagoga de educação especial Kátia Paixão, branca, com cabelos loiros na altura dos ombros, vestindo uma camisa e calça verde. Na direita, a Psicóloga Karla Garcia Luiz, mulher que faz uso de cadeira de rodas, com cabelos escuros, usando casaco branco e segurando um livro. Fim da descrição]RODAS DE CONVERSA ENTRE NDI E FAMÍLIAS: A roda de conversa é fundamental para promover diálogo, escuta ativa, empatia e desenvolvimento socioemocional, fortalecendo vínculos e a participação coletiva; vai além da simples troca de informações; ela transforma a forma de aprender e se relacionar, desenvolvendo competências essenciais para a vida, como empatia, respeito à diversidade, comunicação eficaz e cooperação. Em 2025, as Rodas de Conversa tiveram as seguintes temáticas:
04/06/2025: “Inclusão: como educar crianças em uma perspectiva anticapacitista?” com a convidada Dra Karla Garcia Luiz11/09/2025: “As telas e os horizontes culturais da infância” com a convidada: Dra Gilka Elvira Ponzi Girardello03/11/2025: “Perspectivas para uma pedagogia antirracista em diálogo com a literatura para infância” com as convidadas: Dra Maria Aparecida Rita Moreira, Doutoranda Priscila Cristina Freitas e Dra Eliane Debus
[Início da descrição: Imagem de fundo azul com bordas douradas. No canto superior esquerdo o título diz em dourado: “SEPEX”. No centro à esquerda, há a imagem de materiais acessíveis dispostos em uma mesa, dentre eles panfletos, jogos e livros. No centro-meio, a imagem do estande do NDI na SEPEX, há duas cadeiras, banners informativos e brinquedos acessíveis espalhados nas laterais. A imagem centro à direita, é de uma mini estante colorida, onde os jogos acessíveis estão, dentre eles o jogo de xadrez tátil e o caderno mágico. Fim da descrição]SEPEX: A Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC é um dos maiores eventos de divulgação científica de Santa Catarina. São aproximadamente 200 estandes com projetos nas áreas de comunicação, cultura, educação, tecnologia, ambiente, trabalho, direitos humanos e saúde, incluindo o estande do NDI que contou com a exposição de materiais dos Projetos de Extensão, desenvolvidos no NDI, entre estes, o Projeto de Extensão Educação Inclusiva do NDI.
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Ações desenvolvidas em 2023
[Início da descrição: A imagem possui um fundo azul escuro com elementos na cor amarela. No centro, se destaca o título “AÇÕES INTERNAS DESENVOLVIDAS EM“, onde as letras maiúsculas são escrito na cor amarela. Em seguida, embaixo e à direita, o ano “2023” aparece na cor em azul, dentro de um quadrado na cor amarela. O design é decorado com círculos na cor amarela nas extremidades um padrão de linhas curvas no canto inferior esquerdo. Fim da descrição]
[Início da descrição: A imagem possui um fundo azul sólido com textos em amarelo na parte superior, onde se lê: “LIVRO ‘POEMAS DO FUNDO DO MAR’ ADAPTADO EM CAA” (Comunicação Alternativa e Ampliada).Centralizada abaixo do título, há a reprodução da capa do livro, que estar fixada por pedaços de fita adesiva bege nos cantos. A capa do livro exibe uma ilustração do fundo do mar, com águas claras, areia ondulada, peixes amarelos e corais coloridos. Nela, o título aparece como “POEMAS INFANTIS SOBRE O MAR“, seguido pelos créditos de elaboração de Araís Bernardo e Luz Cidade, com orientação técnica da Dra. Katia de Moura Graça Paixão. Fim da descrição]Proposta de livro com formato interativo com animais marinhos e fundo do mar que contemple a proposta do grupo. Além do livro, será desenvolvido um material complementar para contato individual com a criança.
[Início da descrição: A imagem com fundo azul e o título “CARDÁPIO VISUAL“, escrito em letras maiúsculas amarelas. Abaixo do título, centralizada e fixada por fitas adesivas beges nos cantos, está uma fotografia com um filtro amarelado suave. A foto mostra uma criança pequena, de cabelos cacheados, sorrindo e abrindo a boca enquanto segura uma colher de madeira, pronta para comer. No lado esquerdo da foto, lê-se o texto “Cardápio Visual” em letras vermelhas. Na parte inferior da fotografia estão presentes os logotipos do NDI (Núcleo de Desenvolvimento Infantil) e da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Fim da descrição]Proposta de cardápio visual, em parceria com o setor de Nutrição do NDI, com intuito de promover a oportunidade de escolha dos alimentos para todas as crianças e manter a previsibilidade de alimentação.
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Ações desenvolvidas em 2024
[Início da descrição: Banner com fundo amarelo e detalhes em círculos azuis. No centro, o texto em letras garrafais azuis diz “AÇÕES INTERNAS DESENVOLVIDAS EM”. À direita, o número ‘2024’ aparece em amarelo dentro de um retângulo azul inclinado. Fim da descrição]
[Início da descrição: Descrição de imagem: Banner educativo com fundo amarelo. No topo, o título “CRIAÇÃO DE CHAVEIROS PARA LOCAIS NO NDI – ADAPTADO EM CAA” com letras maiúscula na cor azul. Logo embaixo à esquerda, seis fotos mostram dependências do NDI como biblioteca, quadra, sala, cozinha e um corredor “módulo”. À direita, uma foto em destaque mostra um chaveiro de pescoço com cartões de comunicação que exibem fotos dos locais para auxiliar na orientação espacial. Fim da descrição]Criação de chaveiros para localização no NDI, sendo utilizado para maior previsibilidade de movimentação dentro do espaço e promover a oportunidade da criança escolher onde quer estar.

[Início da descrição: Banner com fundo amarelo e título azul: “MÚSICA ‘O QUE TEM NA SOPA DO NENÉM?’ ADAPTADO EM CAA”. Abaixo, duas fotos mostram o material didático: à esquerda, um prato impresso com cartões de figuras como feijão, sorvete, panela e caminhão; à direita, pranchas com frases incompletas da música para serem preenchidas com as figuras, auxiliando na alfabetização e comunicação de crianças com deficiência ou em desenvolvimento. Fim da descrição]
A música na educação infantil é uma ferramenta pedagógica fundamental que contribui para o desenvolvimento integral das crianças. Assim, criamos um material adaptado em comunicação aumentativa e alternativa para possibilitar a participação de todos os alunos na roda de música, baseado nas canções que estavam sendo trabalhadas na época.
[Início da descrição de imagem: Banner com fundo amarelo e título azul: “JOGOS TEMÁTICOS DA MITOLOGIA GREGA”. Abaixo, uma colagem de fotos mostra diversos materiais pedagógicos feitos à mão e plastificados, incluindo quebra-cabeças da Medusa, fantoches de vareta com figuras mitológicas, um jogo de labirinto do Minotauro e cartões ilustrados. Os materiais são coloridos e desenhados em estilo lúdico para crianças. Fim da descrição]O grupo estava trabalhando as histórias da mitologia grega, conhecendo as lendas, os deuses e os monstros; como forma de reconhecer o quanto dessas contagens estavam reverberando de forma totalitária na turma, montamos jogos com diferentes níveis para testar os conhecimentos de uma forma lúdica e inclusiva, para além da oratória.
[Início da descrição de imagem: Banner com fundo amarelo e título azul: “CADERNO MÁGICO”. No centro, fotos mostram placas quadradas brancas com superfície aderente. Sobre as placas, fios de lã coloridos (vermelho e laranja) são fixados para criar desenhos e formas geométricas. O material funciona como uma lousa tátil, permitindo que crianças desenvolvam a coordenação motora fina criando e desfazendo figuras com os fios. Fim da descrição]O lápis é uma ferramenta que facilita a alfabetização, ajudando as crianças a se familiarizar com a escrita e a formação de letras, principalmente nos anos finais. Para estimular o interesse no lápis e na caneta, desenvolvemos o caderno mágico feito de velcro e lã, passada num tubo de caneta transparente, dando a impressão de uma tinta mágica que possui textura e relevo.
[Início da Descrição de imagem: Banner com fundo amarelo e título azul: “ROTINA NO BANHEIRO – ADAPTADO EM PICTOGRAMAS DE CAA”. Abaixo, dois quadrados brancos exibem ilustrações sequenciais de passos de higiene. A prancha da esquerda mostra o uso correto do vaso sanitário e a da direita detalha o processo de lavar e secar as mãos. Os pictogramas servem como guia visual para promover a autonomia das crianças no ambiente escolar. Fim da descrição]Para auxílio na compreensão da sequência do que é comumente feito no banheiro, criamos um material adaptado com pictogramas para ser colado nos banheiros de cada módulo.
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Ações desenvolvidas em 2026
Em andamento.
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Proposta de atuação da Educação Especial no NDI
O trabalho da área de Educação Especial no NDI é guiado pelo objetivo geral de assegurar a execução da proposta pedagógica institucional, promovendo uma cultura inclusiva por meio de sua atuação colaborativa entre docentes, equipe técnica, famílias e redes de apoio.
Para alcançar esse propósito, a equipe de pedagogas de Educação Especial atua em diversas frentes, cumprindo objetivos específicos que vão desde o suporte técnico para a elaboração e acompanhamento dos Planos de Ensino Individualizados (PEIs) até a criação e elaboração de recursos de acessibilidade que permitam a cada criança participar plenamente das atividades propostas.
Em linhas gerais, o trabalho da Educação Especial se articula aos seguintes eixos de atuação:
- Participação e coordenação de Projetos de Pesquisa, Ensino e Extensão;
- Representação institucional em comissões, grupos de trabalho, reuniões institucionais;
- Documentação e Registros das crianças elegíveis para a Educação Especial;
- Acompanhamento e observação dos grupos do NDI;
- Ações Inclusivas nos Grupos de crianças do NDI;
- Formação Institucional;
- Formação e supervisão de Estagiários com Bolsa PIBE;
- Articulação e trabalho em rede;
- Acolhimento e parceria com as famílias.
No cotidiano escolar, a gestão do trabalho traduz-se no acompanhamento sistemático dos grupos por meio de observações e escutas especializadas, garantindo que as mediações pedagógicas respeitem o ritmo e a singularidade de cada criança e que promovam seu desenvolvimento. Essa frente de trabalho também abrange a coordenação e supervisão pedagógica de estagiários e bolsistas de graduação envolvidos na criação de materiais pedagógicos e recursos acessíveis, assim como, propostas inclusivas e acessibilidade de materiais informativos e instrucionais do NDI.
Outro objetivo fundamental é a produção de conhecimento e referenciais sobre temas específicos, como estratégias de autorregulação, seletividade alimentar sob uma perspectiva sensorial e a implementação de sistemas de Comunicação Ampliada e Alternativa (CAA) e práticas pedagógicas inclusivas baseadas no Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), entre outros.
A articulação com as famílias e com a rede de atendimento (profissionais da saúde, educação e serviço social) é outro pilar essencial. Através de entrevistas, reuniões e rodas de conversa, a equipe promove um diálogo ético e formativo, valorizando o saber familiar e alinhando diferentes perspectivas, a partir do diálogo e parceria com profissionais de outras áreas e instituições que acompanham as crianças.
Por fim, a formação continuada da própria equipe, fundamentada na Teoria Histórico-Cultural e estudos da área de Educação Especial, assegura que as práticas institucionais do NDI estejam em constante atualização, buscando sempre a eliminação de barreiras e a consolidação de uma cultura escolar efetivamente inclusiva, acessível e acolhedora.
Conheça a Proposta de Atuação da Educação Especial no NDI: Proposta de atuação da Educação Especial NDI
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Membros da equipe
[Início da descrição: MEMBROS: PEDAGOGAS: Kátia de Moura Graça Paixão e Nitéri Vieira. INTÉRPRETE DE LIBRAS: Samuel Morais. BOLSISTAS: Ana Carolina Romani, Guilherme Fonseca, Luz Cidade e Márcio F. B. Bitencourt. Fim da descrição]
[Início de descrição: Kátia de Moura Graça Paixão. Pedagoga de Educação Especial do NDI. Mulher branca, com cabelos lisos e mechas loiras na altura dos ombros e olhos azuis. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7418357475310238 E-mail: katia.paixao@ufsc.br. Fim da descrição]
[Início de descrição: Nitéri Ferreira Vieira. Pedagoga de Educação Especial do NDI. Mulher parda, de longos cabelos castanhos e olhos pretos. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4130319583035537 E-mail: niteri.vieira@ufsc.br. Fim da descrição]
[Início de descrição: Samuel Morais. Intérprete de LIBRAS do NDI. Pessoa branca, de cabelo preso em um coque, barba longa e usando óculos de sol. Lattes: http://lattes.cnpq.br/0512231724500549. E-mail: samuel.morais@ufsc.br. Fim da descrição]
[Início de descrição: Ana Romani. Estudante de Psicologia – UFSC. Bolsista Proex do Projeto de Extensão Educação Inclusiva do NDI. Mulher branca, olhos castanhos e cabelo castanho liso à altura da cintura. E-mail: romani.ana.c@gmail.com. Fim da Descrição][Início de descrição: Márcio F. B. Bitencourt. Estudante de Ciências Sociais – UFSC. Bolsista PIBE da Educação Especial do NDI. Homem branco, de óculos retangular com cabelos lisos curto preto. E-mail: marciobitencourt0407@gmail.com. Fim da Descrição]
[Início de descrição: Guilherme Fonseca. Estudante de Artes Cênicas – UFSC. Bolsista PIBE da Educação Especial do NDI. Pessoa branca, de cabelos lisos e castanho escurto. E-mail: guilherme.a.fonseca@grad.ufsc.br. Fim da descrição][Início de descrição: Luz Cidade. Estudante de Artes Cênicas – UFSC. Bolsista PIBE da Educação Especial do NDI. Pessoa branca, de cabelos ondulados, vermelho na raiz e preto na ponta, com óculos arredondados. E-mail: luz.cidade.souza@gmail.com. Fim da descrição]
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Não nascemos capacitistas, aprendemos a ser!
[Descrição da frente do panfleto] A imagem é um panfleto nas cores azul, roxo e amarelo, dividido em duas colunas verticais. Na coluna da esquerda com fundo azul claro, o título em negrito: “NÃO NASCEMOS CAPACITISTAS, APRENDEMOS A SER.” Abaixo o texto: Preconceito e discriminação são adquiridos socialmente, por isso, diariamente temos o dever e a responsabilidade de educar crianças para serem anticapacitistas. A pergunta que fica é: como fazer isso? Então, aqui vão algumas sugestões para pôr em prática com as crianças:
1: NÃO SILENCIE!
Conversar abertamente sobre situações que aconteceram, explicar sem desvios e não vitimizar e, ao mesmo tempo, não reduzir a situação à deficiência, é um ótimo começo para a não-desumanização da pessoa.
Bloco Amarelo:
2: ESTIMULE A CURIOSIDADE COLETIVA.
Crianças são naturalmente curiosas sobre o que observam ao seu redor. Desse modo, quando elas fizerem perguntas do tipo: “Você nasceu assim?” ou “Por que você não anda?”, estimule-as a desenvolver uma curiosidade crítica em torno de perguntas sobre como também podem se relacionar com a pessoa/criança, tais como: “Você consegue acessar todos os espaços da escola?” ou “Como posso me comunicar com você?”.
Bloco Roxo:
3: UM CONTATO PARA ALÉM DA ESCOLA.
Promover a relação entre crianças com e sem deficiência a ajuda a olhá-la para quem ela é: o que gosta, como brinca, como se relaciona, como se comunica, de modo que a deficiência não define quem é esta criança. Além disso, o contato com histórias, livros ou filmes com pessoas com deficiência também são importantes, quando focam na sua potência.
4: ESCOLAS INCLUSIVAS.
Valorizar e defender a escola inclusiva entendendo que a inclusão se faz com a participação de toda comunidade escolar, são práticas que também compõem uma educação anticapacitista. Não existe um profissional da educação inclusiva ou o aluno da “inclusão” e, sim, uma escola inteira que se beneficia com a inclusão de todes.
Ao centro superior da imagem, uma ilustração de uma criança sorridente, de pele marrom, cabelo escuro e liso com franja, usando blusa azul e fazendo o sinal de “amor” em Libras. [Fim da descrição]
[Descrição do verso do panfleto] No verso do panfleto há uma divisão de três colunas, nas cores amarelo, roxo e azul. Na coluna da esquerda com fundo amarelo, o título em destaque curvo: O QUE É CAPACITISMO? Seguido do texto: Capacitismo é um preconceito que tem como base comparar e definir as pessoas por sua capacidade, e esse preconceito está interligado com o ato de discriminar pessoas com deficiência.
Abaixo com fundo roxo, a frase em negrito: O ANTICAPACITISMO DEVE SER UMA LUTA DE TODA A SOCIEDADE, MAS SEMPRE TRAZENDO COMO PROTAGONISTAS AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.
Na coluna direita com fundo azul, o titulo “Termos a serem excluídos:” Em seguida o texto explicativo: “Portadores de Necessidades Especiais” (PNE):
Considerado incorreto porque a deficiência não é algo que se “porta” ou que pode ser retirado. Expressões como “necessidades especiais” colocam um peso de excepcionalidade nas condições das pessoas, o que é inadequado.“Incapacitado ou deficiente”:
Também incorreto, pois limita a pessoa à deficiência e reforça a ideia de incapacidade. O termo correto é Pessoa com Deficiência (PcD). Utilize os termos em sua forma gramatical correta. Não use palavras no diminutivo quando falar ou referir-se a pessoas com deficiência, pois isso infantiliza e reduz sua capacidade.
Ao fim da coluna esquerda há dois QR Codes amarelos. Um com a legenda: Descrição de imagem e outro: Livro “Como educar crianças anticapacitistas?” Na parte inferior do panfleto, logo da UFSC e dos autores com texto escrito: Panfleto idealizado por Araís Bernardo e Luz Cidade. No lado direito inferior uma ilustração de uma pessoa negra com óculos escuros, bengala rosa e short azul, ao lado de um cão-guia rosa. [Fim da descrição] -





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